6 dicas de como aliviar os danos à pele causados pelo sol neste verão – Vogue

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(Foto: Arquivo Vogue)

Seja você um amante do calor ou não, é inegável que o verão é a estação do ano em que mais ficamos expostos a luz do sol. Para a pele, o momento se torna sinônimo de danos, já que os maiores índices de radiação solar, mesmo indiretamente, degradam a cútis. “Além dos sintomas imediatos, que incluem eritema, sensibilidade ao toque, bolhas e, nos casos mais graves, descamação, dor de cabeça, febre, calafrios e fadiga, os efeitos da radiação solar na pele são cumulativos. Ou seja, com o tempo podemos começar a notar envelhecimento precoce, surgimento ou agravamento de manchas e maior suscetibilidade ao desenvolvimento de câncer de pele”, explica o dermatologista Abdo Salomão, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Mas as notícias são animadoras. Você sabia, com alguns cuidados simples, é possível aliviar esses danos causados pelo sol à pele a curto e longo prazos? Abaixo, nós te contamos como.

Pós-sol?
Ao contrário do que muitos pensam, os cuidados para este momento não envolvem, necessariamente, o uso de um hidratante pós-sol. “Algumas fórmulas de hidratantes pós-sol possuem consistências espessas e oleosas que criam uma barreira emoliente no topo da pele, aprisionando o calor na camada superior da epiderme e exacerbando a inflamação e a sensação de queimadura. Além disso, algumas fragrâncias e ingredientes químicos presentes nesses produtos podem irritar a pele danificada. Então, é preciso ter cautela ao utilizar hidratantes que se intitulam pós-sol”, alerta Paola Pomerantzeff, dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

A fórmula certa
Mas, claro, hidratar é sim fundamental para ajudar a barreira cutânea a se recuperar dos danos, pois, ao diminuir a perda d’água transepidermal, garante-se um aspecto mais saudável à pele, deixando-a macia e evitando que descasque. Como, então, escolher a fórmula ideal? “Procure por produtos formulados com ativos que reestabeleçam as defesas naturais e que possuam ação calmante e um sistema antioxidante avançado. Um dos ingredientes clássicos para recuperação da pele é a Vitamina E, que tem ação antioxidante, imunoprotetora e hidratante, além de possuir efeito calmante e suavizante”, ensina a médica.

Esfoliação
Caso sua pele não esteja excessivamente sensibilizada, realizar uma esfoliação antes da hidratação para recuperar o brilho e o viço perdidos devido à exposição à radiação UV é também uma boa ideia. “A esfoliação é capaz de promover, de maneira controlada, uma renovação da pele, acelerando esse processo natural do organismo, sendo assim um excelente recurso para remover as células mortas e impurezas, além de melhorar a permeação de ativos dos hidratantes que serão aplicados em seguida, o que potencializa sua ação e o processo de recuperação da pele”, aconselha Isabel Piatti, Consultora Executiva em Estética e Inovação Cosmética.

Proteção em primeiro lugar
E claro, mesmo após a exposição solar mais intensa, a fotoproteção segue indispensável para que a pele tenha chance de se recuperar e os danos já estabelecidos não se agravem. “O fotoprotetor preserva as estruturas da pele por meio da proteção contra os danos a curto e longo prazos da radiação ultravioleta. O ideal é que o produto contenha, no mínimo, FPS 30, proteção de amplo espectro (UVA/UVB/Infrared) e resistência à água, devendo ser reaplicado a cada duas horas”, explica Daniel Cassiano, dermatologista da Clínica GRU Saúde e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

De olho no prato
Uma alimentação balanceada também é fundamental para que o organismo funcione adequadamente e a pele consiga se recuperar com maior rapidez. Segundo a médica nutróloga Dra. Marcella Garcez, professora e diretora da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), o ideal é apostar principalmente em alimentos que aumentem a proteção solar e o sistema antioxidante natural da pele, como as frutas vermelhas, que possuem antioxidantes e vitamina C, substâncias capazes de combater os danos do sol. “As uvas pretas também são uma excelente opção, já que, além de possuírem propriedades antioxidantes, também contam como Vitamina E, que mantém a pele hidratada, Vitamina C, que auxilia na revitalização das células da pele, e Resveratrol, um polifenol que tem ação anti-inflamatória, protetora do DNA celular e antioxidante”, recomenda. E claro, não se esqueça também de ingerir bastante líquido.

Cuidado necessário
No entanto, quando as queimaduras são graves, como em casos de insolação, o mais importante é visitar um médico imediatamente. “Os principais sintomas da insolação são temperatura corporal excessivamente elevada, pele vermelha, taquicardia, cefaleia, dispneia (falta de ar), vertigem, náuseas, vômito, desidratação, confusão mental, desmaios e até perda de consciência”, afirma Daniel. “No geral, o tratamento consiste no uso de compressas frias e analgésicos comuns, além da hidratação da pele com ativos calmantes. Mas, nos casos graves, o médico poderá recomendar também a utilização de corticoides tópicos e, quando há infecção e aparecimento de pus, antibióticos”, completa o médico.

Por fim, caso você note o surgimento de pintas, outro dano cumulativo comum da exposição desprotegida à radiação solar, o mais importante é visitar um dermatologista. “A consulta ao médico é indispensável ao notar lesões excessivamente grandes, irregulares no formato e que possuem vários tons, pois apenas o profissional especializado será capaz de realizar a avaliação e a dermatoscopia da lesão para realmente confirmar que se trata de um câncer, dando, em caso positivo, início ao tratamento”, finaliza Paola Pomerantzeff.



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