Biomdico brasileiro registra protocolo de harmonizao corporal e torna pas pioneiro no procedimento

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Dr. Thiago Martins revoluciona o mercado esttico brasileiro ao criar mtodo que corresponde a um conjunto de tcnicas associadas para equilbrio esttico e funcional do corpo

A harmonizao um dos procedimentos mais procurados em consultrios estticos do ltimo ano. De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plstica, entre 2014 e 2019 os procedimentos de harmonizao facial subiram de 72 mil para 256 mil ao ano, considerando apenas os procedimentos feitos em homens um crescimento de 255%.

A finalidade valorizar traos e promover aumento da autoestima, porm engana-se quem pensa que o mtodo utilizado apenas na face. Com a premissa de ganhos de imagem, mas tambm com relao sade de todo o organismo, o biomdico estetahttps://www.instagram.com/dr.thiagomartins/&source=gmail&ust=1614971160069000&usg=AFQjCNEmYV3-DioCxXPk7TsDKq1TNY7sqA”>Dr. Thiago Martinscriou um protocolo de harmonizao corporal, sobre o qual abriu registrou marca frente ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial, tornando o Brasil o pioneiro no procedimento.

O conjunto de tcnicas associadas o diferencial do procedimento elaborado pelo biomdico, visto que o mtodo voltado no apenas para o equilbrio esttico, como tambm funcional do corpo. O protocolo trabalha todos os aspectos do corpo, de modo a minimizar gorduras localizadas e estrias, por exemplo. Somado a isto, h preveno no aparecimento de problemas crnicos como hipertenso e diabetes.

O que o registro de marca do protocolo significa para o mercado esttico brasileiro?

O advogado Dr. Anselmo Ferreira Melo Costa explica que, quando se trata da criao de um protocolo inovador, como o caso da harmonizao corporal, o idealizador pode proteger a inveno com base na Lei da Propriedade Industrial, que concede o requerente o direito de licenciar o uso do protocolo. “H uma proteo, inclusive ampla. Eis que segundo o art. 130 da Lei n 9279/96, ao registrar o pedido, o depositante tem direito de ceder seu registro ou pedido de registro, licenciar seu uso e zelar pela sua integridade material ou reputao”, aponta o advogado.

Apesar de, no caso de protocolos estticos, o registro de marca no ser igual ao de patente, a advogada Lorrana Gomes assegura que o inventor ainda autonomia de administrao sobre sua inveno. “A marca trata-se de um smbolo que identifica um produto ou servio, j a patente relaciona-se a uma inveno/criao relacionando-se a uma proteo de algo intelectual. De toda forma, inventor tem o direito de zelar pela integridade de sua inveno”, resume.

Em caso de uso indevido do protocolo, os criadores esto assegurados, visto que o produto ou servio licenciado conforme as diretrizes do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). “Tanto para usar uma marca, quanto para usar uma inveno, necessria autorizao prvia daquele que procedeu o registro, indenizando-o pelo lucro pela explorao da marca ou servio, conforme o caso”, explica Lorrana Gomes.



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