Cardápio para driblar a TPM

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A duração da tensão pré-menstrual (TPM) varia: algumas mulheres vivem apenas dois “daqueles dias”, enquanto outras sofrem até dez. Mas especialistas concordam que a mulher brasileira vive, em média, sete dias ao mês com ela. Multiplique isto por 12 meses e serão até 84 dias no ano. Estudos conduzidos pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) afirmam que a brasileira está entre as mulheres mais impactadas pela tensão pré-menstrual e 80% delas já experimentaram seus sintomas.

Embora a maioria dos casos seja considerada saudável, uma parte da população sofre grandes perdas na qualidade de vida devido à TPM. Os sintomas mais comuns dessa alteração hormonal são cólica, inchaço, dor de cabeça, irritação e desânimo. Estudos indicam que 11,63% das faltas de mulheres ao trabalho se devem aos efeitos da tensão pré-menstrual. “De 3% a 8% delas têm sintomas tão intensos que exigem mudanças em suas atividades diárias, comprometendo a rotina, as relações interpessoais e a produtividade”, afirma a ginecologista e obstetra Thalita Russo Domenich.

Vontade de comer doces

Neste período, há um aumento na vontade de comer açúcar e alimentos ricos em carboidratos, como uma busca inconsciente para elevar os níveis de serotonina e assim melhorar o humor e a sensação de bem-estar, que estão mais instáveis no período pré-menstrual. Atualmente, existem soluções para amenizar ou mesmo acabar com os sintomas da TPM, trazendo mais qualidade de vida à mulher. A alimentação rica em vitaminas A e B6, magnésio e os aminoácidos tirosina e triptofano são substâncias capazes de reduzir alguns sintomas da temida TPM. Nesta hora, como em tudo, é preciso escolher bem os alimentos. “Priorize a ingestão de fibras e nutrientes encontrados em frutas, grãos, legumes e verduras. Evite consumir cafeína, alimentos com gordura saturada e sódio, geralmente encontrados em produtos industrializados. Também passe longe de bebidas alcoólicas nesse período”, diz Thalita Domenich”, explica a nutricionista Camila Torreglosa.



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