Conheça a mulher que conduz outras mulheres à descoberta do autocuidado

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Ao longo dos séculos as mulheres conseguiram muitas conquistas, como o direito ao voto, ao divórcio, de estudar e trabalhar. e vários outros. Mas, entre os direitos ainda não alcançados, elas ainda não se libertaram da pressão estética.

Mesmo após muitas vitórias, elas ainda tentam quebrar outros padrões. Além de as condições as obrigarem a ser multitarefas, elas ainda têm de se manter bem-apresentáveis, bonitas e com o corpo padrão – aquele imposto por um grupo, majoritariamente composto por homens.

Uma das pressões estéticas mais presentes é a busca pelo corpo “ideal”, e é dessa forma que aparece o transtorno alimentar, sendo que muitas vezes a relação entre comida e corpo idealizado acaba se tornando uma doença.

Entretanto, há quem ajude essas mulheres a se libertarem dos padrões estéticos a partir de uma alimentação feita de forma mais saudável e consciente. E esse é o trabalho da orientadora nutricional Marise Sapeli Knop.

Brusquense de 60 anos de idade, Marise atua com acompanhamento que possibilita mulheres a terem uma qualidade de vida melhor e a recuperarem a autoconfiança. Esse trabalho acontece com os grupos de reeducação alimentar.

O grupo que Marise coordena foi criado há mais de 20 anos, onde ela e as pacientes falam sobre hábitos alimentares mais saudáveis. “É gratificante ver que o meu trabalho transforma tantas vidas”, diz.

Após passar por diferentes métodos de emagrecimento e não ter atingido seus objetivos, começou a frequentar grupos de apoio e aos poucos foi percebendo que a cobrança semanal dos encontros era a ajuda que precisava. Só assim começou a mudar seu modo de pensar.

A partir daí, Marise criou a Reeduclín, o Centro de Reeducação Alimentar, no qual desenvolve novos hábitos alimentares através das trocas de experiências entre os participantes. Foi em sua profissão que ela percebeu como poderia ajudar outras mulheres que vivem situações iguais ao que ela passou.

Marcia Celga, começou a fazer parte do grupo em fevereiro de 2017 e depois disso afirma que sua vida se transformou.

“Cuidar de mim foi uma grande atitude. Hoje com todo apoio e dedicação sou uma pessoa muito feliz. Foram as trocas dos meus hábitos alimentares que me proporcionaram mais saúde”, destaca.

De acordo com Marise, os trabalhos de transformação realizados acontecem a partir de três pontos: corpo, mente e espírito, e assim continuam a mudar a vida de outras mulheres.

“É gratificante ver que as mulheres descobrem que para viver a vida que elas tanto desejam, é preciso mudar o mundo interno delas”, revela.

A partir do momento em que Marcia começou a fazer parte do grupo, as obrigações do dia-a-dia de uma mulher que também é mãe, dona de casa e se divide em dois empregos, passaram a dividir um espaço imponente tomado pelo autocuidado. “Sou outra pessoa, pois ganhei autoestima e mudei a forma de olhar para mim mesma”.

Fazer parte das transformações, é o que faz Marise se sentir completa como mulher, profissional e ser humano. “Hoje me sinto realizada quando vejo que as crenças que limitavam essas mulheres, foram deixadas para trás para que uma nova pessoa pudesse nascer”, finaliza.



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