Diabetes, osteoporose e hipertensão não impedem tratamento com implantes dentários

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Os implantes dentários compreendem questões que vão além da questão estética e podem ser designados a jovens com formação óssea completa, adultos e pessoas da melhor idade. Segundo levantamento da Associação Brasileira da Indústria Médica, Odontológica e Hospitalar (Abimo), cerca de 800 mil implantes e 2,4 milhões de componentes protéticos dentários são colocados anualmente no Brasil.

O bom estado geral de saúde é fundamental para a realização do tratamento e, mais do que isso, é essencial para a durabilidade e longevidade do mesmo. Ou seja, os implantes dentários instalados devem se manter firmes para executarem suas funções ao longo dos anos.

Não existe rejeição ao implante, já que eles são feitos de titânio, um material que não sofre corrosão quando inserido no corpo. O procedimento também pode ser realizado em pacientes que apresentam doenças sistêmicas, como diabetes, osteoporose e hipertensão. No entanto, nestes casos, a cirurgia só poderá ser realizada se houver uma avaliação prévia e o controle rigoroso da doença.

A doutora Fernanda Oliani, cirurgiã-dentista da rede de clínicas odontológicas Oral Sin Implantes, explica qual é o comportamento em cada uma das doenças sistêmicas mencionadas. “Nestes casos, para mulheres ou homens, não existe contraindicação. É preciso apenas alguns cuidados para que o tratamento ocorra com total segurança”, afirmou.

Diabetes: a taxa de glicose elevada no sangue interfere na neoformação óssea. Paciente portador de diabetes, se não controlada, tem dificuldade no processo de cicatrização e maior risco a infecções após uma cirurgia. Entretanto, existem estudos recentes, que em casos de glicemia controlada, o processo de osseointegração (união do osso com o titânio) ocorre de maneira satisfatória, desde que o paciente seja medicado com antibióticos para evitar infecções.

Osteoporose: por depender da boa qualidade óssea, a osteoporose dificulta a eficiência do tratamento. Cabe ao implantodontista solicitar alguns exames e, dependendo do caso, fazer a indicação dos implantes com cautela. No caso das mulheres pode ser necessário ainda um tratamento complementar de reposição hormonal e cálcio, a fim de melhorar a densidade óssea. Neste caso trata-se de um tratamento multidisciplinar envolvendo o cirurgião dentista e o médico especialista.

Hipertensão: o paciente hipertenso deve ser acompanhado frequentemente por um cardiologista, para que a pressão arterial esteja sempre controlada. No caso dos mais ansiosos, uma possibilidade é o tratamento por sedação consciente, que diminui o nível de consciência do paciente, sem afetar sua habilidade de respirar e responder a estímulos ou comandos verbais. 

Nos três casos o tratamento com implantes dentários pode ser realizado com sucesso. No entanto, de acordo com a doutora Fernanda Oliani, é imprescindível buscar um profissional e uma clínica especializada no assunto. “A saúde é o nosso bem mais precioso, o que nos remete a lidar com muito critério. A saúde bucal não pode ser negligenciada, por isso, recomenda-se sempre buscar especialistas na área, além de clínicas com histórico e credibilidade, para garantir o sucesso do tratamento”, apontou a cirurgiã-dentista da Oral Sin.

A Oral Sin é nacionalmente conhecida como a rede de clínicas nº1 em implantes dentários do Brasil. São 17 anos de história, mais de 300 unidades presente em todas as regiões do país e uma única missão: “transformar o sorriso e a vida das pessoas”. Para agendar uma avaliação ou maiores informações basta acessar o site www.oralsin.com.br.

Website: https://oralsin.com.br/

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