Guarujá monta plano de assistência para casos suspeitos de coronavírus | Mais Saúde

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    A Prefeitura de Guarujá, no litoral paulista, convocou autoridades de saúde na Cidade, na manhã desta sexta-feira (28), para discutir a como lidar com casos suspeitos do novo coronavírus. A administração apresentou um Plano Municipal de Assistência ao Paciente com Sintomatologia Respiratória. Nenhum caso suspeito da doença foi registrado em Guarujá.

    O encontro reuniu representantes da Secretaria Municipal de Saúde, Hospital Santo Amaro (HSA), Hospital Willian Rocha, Instituto Emílio Ribas Guarujá, Unidades Básicas (UBS) e de Saúde da Família (Usafas), Organização-Social Pró-Vida, Laboratório Itapema, hospitais particulares da cidade, entre outras autoridades de hospitais privados e também do setor portuário.

    O Plano Estratégico é um guia referência para ser adotado em toda a rede municipal, no atendimento a possíveis suspeitas de infectados. O documento, que padroniza essas normas, foi publicado no Diário Oficial da cidade e tem como uma de suas bases as recomendações da Organização Mundial da Saúde.

    De acordo com o prefeito Valter Suman, o plano é para melhorar a comunicação dos órgãos com a população. “O objetivo é entrelaçamento de opiniões, sugestões de condutas, uniformização e agilidade no atendimento. O mais importante é, através da comunicação e orientação, a prevenção de qualquer clima de histeria coletiva, de algum desespero que leve a pessoa a procurar uma unidade de saúde sem necessidade, sobrecarregando o sistema de saúde”, diz.

    O Ministério da Saúde referenciou o Hospital Emílio Ribas para tratar os casos suspeitos da região. “Nós estamos como referência para os nove municípios da Baixada Santista. Para os casos que necessitam de internação, que são casos de minoria, o hospital está preparado para receber esses pacientes”.

    Segundo a representante do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE) regional, Janice Santos, além do Hospital Emílio Ribas, em Guarujá, o Hospital Guilherme Álvaro, em Santos, também foi indicado para ficar responsável pelo encaminhamento das gestantes.

    “Para crianças, ainda estamos em tratativas para o Guilherme Álvaro mas, se houver um caso, a criança será encaminhada para São Paulo.”

    Segundo o prefeito, precisa ficar claro que não basta ter sintomas respiratórios e febre para ser um caso suspeito. “As pessoas precisam ter critério clínico epidemiológico. Portanto, elas precisam ter viajado ou ter entrado em contato com pessoas que viajaram para os países indicados pelo Ministério como risco”.

    A Secretaria de Saúde de Santos, no litoral de São Paulo, informou que recebeu três novas notificações de casos suspeitos do novo coronavírus nesta quinta-feira (27). A Secretaria de Saúde de Praia Grande também confirmou, nesta quinta, que está investigando o primeiro caso suspeito da doença na cidade. Desta forma, já são seis casos suspeitos de coronavírus que estão sendo investigados por secretarias de saúde da Baixada Santista.

    Casos só são oficialmente reconhecidos como suspeitos após confirmação do Ministério da Saúde, o que ainda não ocorreu.



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