Histórias inusitadas de 2020: Tatuagens e modificações corporais

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Está claro que 2020 não foi um ano fácil em razão da pandemia do novo coronavírus. Mas isso não significa que não descobrimos novas histórias bizarras pelo Brasil e pelo mundo. Desta vez, trouxemos pessoas apaixonadas por tatuagens e modificações corporais. Teve quem passou por sua primeira experiência com a modificação na terceira idade e até quem registrou na pele uma meta do trabalho.

O UOL separou 10 casos deste ano que você precisa ler — ou reler — neste final de semana. Confira:

O canadense Derek Prue, da cidade de Edmonton, na província de Alberta, passou 30 horas em uma sessão de tatuagem para registrar na pele a marca de nascença que o filho dele possui no torso e assim levantar a autoestima do garoto.

Um homem acusa um tatuador de ter “arruinado” sua perna após desenhar um “gato genérico ou um filhote de pastor-alemão”, segundo ele, em vez de um lobo. Dan Austin, 29, que mora na cidade inglesa de Hull, quer passar por cirurgia a laser para remover a tatuagem — e ainda afirma que o profissional não retornou suas mensagens de reclamação pelo serviço.

Helen, de 36 anos, participante do reality show britânico de namoro “Naked Attraction”, chocou o público com uma tatuagem ousada, em um episódio transmitido no início de dezembro. A tattoo contém uma seta que aponta para a vagina com a frase “lamba o lagarto”. A tatuagem deu o que falar durante o programa, que reúne solteiros sem nenhuma roupa para testar se um sente atração pelo outro.

Julia Nuno, de 32 anos, ama tatuagens e já gastou quase 20 mil libras esterlinas (cerca de R$ 142 mil) para fazer com que quase todas as partes do seu corpo fiquem cobertas de tinta. Nos últimos três anos, ela dedicou 234 horas para fazer as tatuagens de designs variados desde a sola dos pés até a cabeça.

É claro que não poderia faltar brasileiros nesta lista e um deles é o tatuador e body piercer Orc Infernall, 41, que há seis anos começou a realizar uma série de procedimentos e, recentemente, decidiu adotar a aparência de um ‘Orc’. O personagem imortalizado na literatura britânica e alemã foi popularizado em jogos de RPG, games e filmes como “The Elder Scrolls” e “World of Warcraft”, sendo caracterizado como uma mistura de ser humano e criatura mitológica.

A brasileira Carol Prado, 35 anos, de Praia Grande, litoral de São Paulo, mudou seu corpo radicalmente e hoje se apresenta nas redes sociais como “mulher demônia”. Piercer e especialista em modificação corporal, ela possui bifurcação na língua, uma das íris dos olhos na cor azul e os dois globos oculares vermelhos — procedimento realizado depois de tê-los tatuado primeiramente de amarelo.

A “mulher demônia” ainda apareceu por aqui novamente ao lado do marido, o “Diabão”, para rebater as críticas dos haters.

Diabão e Mulher Demônia, casal de Praia Grande que faz modificação corporal

Imagem: Arquivo pessoal

O francês Anthony Loffredo, de 32 anos passou por uma cirurgia incomum em setembro: ele removeu parte do nariz. Adepto da modificação corporal, Loffredo é o protagonista de um projeto chamado The Black Alien Project, e tenta ficar parecido com um alienígena. Nos últimos seis anos, ele cobriu o corpo de tatuagens, removeu as orelhas, realizou implantes subcutâneos, tatuou os globos oculares e bifurcou a língua.

Apesar do isolamento social, ainda tiveram pessoas que conseguiram passar por novas experiências este ano. Foi o caso de uma vovó de 103 anos que, após o relaxamento da quarentena nos EUA, aproveitou para fazer sua primeira tatuagem.

Há 11 anos, um tatuador venezuelano, que atualmente mora na região da Galícia, na Espanha, resolveu modificar sua aparência para ficar parecido com o Red Skull, ou Caveira Vermelha, um dos maiores inimigos do Capitão América no Universo Marvel. Todos os procedimentos que ele fez já custaram 27,2 mil libras (R$ 200 mil).

Henry Rodriguez gastou R$ 200 mil para se parecer com vilão da Marvel - Reprodução/Instagram - Reprodução/Instagram

Henry Rodriguez gastou R$ 200 mil para se parecer com vilão da Marvel

Imagem: Reprodução/Instagram

Um grupo de seis funcionários de uma rede de franquia de serviços estéticos tatuou no braço ou na perna o número 300 — a meta de novas unidades da empresa a serem abertas no país. Um dos empregados é o supervisor financeiro Handerley Garcez, 25, que trabalha na Mais Top Estética, de Cruzeiro (SP), desde janeiro. É sua quarta tatuagem, e ele diz que não teme se arrepender. Você teria coragem?



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