Hospital de campanha na UPA Zona Leste será desativado nesta segunda, diz prefeito | Mais Saúde

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    O hospital de campanha montado pela Prefeitura de Santos, no litoral de São Paulo, na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Zona Leste, voltado ao tratamento de pacientes com Covid-19, será desativado a partir desta segunda-feira (17). A informação foi divulgada pelo prefeito da cidade, Paulo Alexandre Barbosa (PSDB), em transmissão ao vivo nas redes sociais neste domingo (16).

    “Os números mostram que estamos em queda da ocupação de leitos. Desde abril estamos no melhor indicador, quando se fala do número de pacientes internados. Com isso, temos uma redução importante, que vai nos permitir desativar alguns leitos a partir de amanhã. A primeira será a UPA da Zona Leste”, relatou o prefeito.

    De acordo com o chefe do executivo municipal, no dia 27 de agosto, a unidade já iniciará o atendimento de urgência e emergência, sua finalidade original, nas áreas de clínica médica, pediatria e ortopedia. “Essa UPA é a maior da cidade, então vai melhorar o atendimento de urgência e emergência a toda população da cidade de Santos”, disse Barbosa.

    Segundo divulgado pela prefeitura, o hospital de campanha começou a funcionar no dia 19 de abril com 46 leitos, sendo cinco de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 41 de clínica médica. Com a chegada de respiradores enviados pelo Governo do Estado, 15 leitos de clínica médica foram transformados em de UTI, chegando assim a 20 leitos destinados aos casos de maior complexidade.

    Com a desativação desse hospital de campanha da UPA Zona Leste, a prefeitura explica que a rede municipal seguirá com 403 leitos Covid-19 disponíveis para internação, 129 deles de UTI.

    “Devido a diminuição da ocupação de leitos, vamos diminuir a quantidade deles, porque custam para cidade. Mas, se houver necessidade, temos capacidade para retomá-los. Temos os equipamentos, respiradores e o que é preciso para isso”, destacou o prefeito.

    Além disso, Barbosa explicou que a cidade ainda não deve avançar para fase verde do Plano São Paulo de retomada econômica. “A expectativa é a manutenção da fase amarela. Precisamos trabalhar muito para chegar na fase verde. Temos que manter as regras e os cuidados”, disse.

    Segundo a prefeitura, a UPA Zona Leste tem 3 mil m², três vezes maior do que o antigo Pronto-Socorro que funcionava no mesmo endereço, sendo a maior da cidade. Ela funcionará todos os dias (24 horas) e tem previsão de realizar mensalmente até 2,7 mil procedimentos ambulatoriais, 12 mil exames diagnósticos e 15 mil consultas médicas.

    A unidade contará com 31 leitos de observação, sendo 24 de observação adulto, cinco de emergência e dois de observação pediátrica; cinco consultórios (três de clínica geral, um de ortopedia e outro de pediatria); salas de raio-X e emergência, área para desembarque de ambulância, entre outros espaços.

    De acordo com a administração municipal, a gestão compartilhada do equipamento é feita entre a Secretaria Municipal de Saúde e a organização social Pró-Saúde, vencedora de chamamento público. O contrato tem valor mensal de R$1,7 milhão e também inclui serviço de remoção de pacientes, visando desafogar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).



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