Prefeitura de Taboão da Serra destaca a importância de ter bons hábitos alimentares

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4 de março é o Dia Mundial da Obesidade. A data tem como objetivo lembrar a importância de manter bons hábitos alimentares para a prevenção de doenças. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que até 2025 o número de pessoas diagnosticadas com obesidade será de 700 milhões em todo o mundo. Além disso, a obesidade e doenças associadas, como a diabetes e a hipertensão, são fatores de risco para a COVID-19.

A nutricionista da Prefeitura de Taboão da Serra, Andrea Cotic Lino, explica que com a vida moderna passamos a ter mudanças na alimentação. “Além do sedentarismo, aumentamos o consumo de alimentos ultraprocessados, como biscoitos, embutidos, refrigerantes e refeições prontas, o que fez com que consumíssemos menos da metade do que é recomendado de frutas, verduras e legumes, além da redução de consumo de alimentos básicos como ovos, peixe, leguminosas, raízes e tubérculos e arroz”, disse. “Essa mudança de hábitos ocasionou não apenas a elevação do peso da população, como também aumentou do número de pessoas com diabetes e hipertensão”, explicou a nutricionista.

Segundo Andrea Cotic Lino a escolha dos alimentos é essencial para uma vida mais saudável. “Comer a gente come todo dia. A questão é escolher alimentos melhores, abrir mão dos produtos que tenham muitas gorduras, açúcares e sal, e preferir alimentos integrais, naturais e ricos em fibras. Desembale menos e descasque mais”, disse. “Essas mudanças são validas não apenas para quem está acima do peso, mas para toda a população. Fazer atividade física regularmente e manter uma boa alimentação é a essência de uma vida saudável”, finalizou a nutricionista.

Psicologia

Além da nutricionista, outro profissional da área da Saúde desempenha um papel essencial na mudança de hábitos de vida e alimentares: o psicólogo. Essa dupla, aliada a outros profissionais médicos, são fundamentais na caminhada, no encontro de alternativas e de instrumentos para obter o resultado esperado e reescrever a própria história.

Neste sentido, a psicóloga da prefeitura Vivian Rocha destaca que além da fome física os sentimentos também impulsionam a vontade de comer. “Quem nunca ouviu a frase do grupo de rock Titãs: ‘Você tem fome de quê?’. Esse questionamento não se refere apenas à fome física, de alimentos, mas aos sentimentos que nos impulsionam a buscar algum alimento’, informou. “Vivemos momentos de incertezas que despertam sentimentos desconhecidos ou de ansiedade que podem levar o paciente a ter impulsos compulsivos na tentativa de encontrar alívio para seu desconforto. Desconforto esse que muitas vezes o paciente não consegue identificar de forma consciente”, explicou a psicóloga.

Vivian Rocha ressalta que é importante pensar sobre o “tipo de fome” que estamos sentindo. “A pessoa que emocionalmente não está bem, em geral, procura por alimentos doces, farináceos ou gordurosos que desencadeiam sensação de bem-estar momentâneo, mas que são ineficazes. Por isso, é importante ‘pensarmos’ sobre nossa fome. Se identificar algum fator que aumenta a ansiedade, se questione. Dívida com alguém suas preocupações”, orientou.



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