Retirada do útero – Tudo que você precisa saber sobre a cirurgia

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Após a apresentadora Fátima Bernardes, revelar no seu Instagram, que está com câncer de útero e que irá fazer uma cirurgia, as pesquisas sobre retirada do útero aumentaram. Isso porque, a maioria das mulheres têm medo de sofrer com a doença e, a partir de uma determinada idade, o interesse sobre a histerectomia aumenta.

Desse modo, nós, da Área de mulher, separamos todos informações que você precisa saber sobre a retirada do útero.

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Para quem ainda não sabe, a cirurgia de remoção do útero é chamada de histerectomia e, além de retirar o órgão, ela também pode incluir a retirada das trompas adjacentes e do ovário. O procedimento é simples, assim como o pré e pós cirúrgico e, é frequentemente feito para prevenção de doenças como, por exemplo, mioma uterino, dor pélvica, sangramento uterino anormal, endometriose e prolapso uterino, ou para amenizar o câncer de colo de útero.

Como é feita a retirada do útero

Foto: Clinica Gera

Há três formas de cirurgia de histerectomia, sendo assim, confira a seguir como é feita cada uma.

  • Histerectomia vaginal: O útero é removido através da vagina. Procedimento simples, que causa menos desconforto e tem uma recuperação mais rápida.
  • Histerectomia laparoscópica: Na laparoscópica, a retirada do útero é feita através da inserção de instrumentos inseridos no abdômen.
  • Histerectomia abdominal: Assim como no procedimento anterior, essa cirurgia é feita através de uma incisão no abdômen. Esse método é escolhido, principalmente, nos casos de retiradas de tumores. Portanto, é um pouco mais complexo e exige mais tempo de recuperação.

Tipos de cirurgia

  1. Histerectomia parcial: Remoção do colo e da parte superior do útero;
  2. Completa: Remoção do útero completo;
  3. Radical: Remoção do útero e dos ligamentos do órgão. Nesse tipo além do colo, é removido o tecido da vagina em torno dele.

Cuidados pré e pós a histerectomia

Retirada do útero - pós e pre cirurgia
Foto: Bancho

Pré-cirúrgico: Antes de realizar a cirurgia, é passado alguns exames, medicamentos e precauções para o paciente realizar, como, por exemplo, exames de sangue e urina, biópsia do endométrio, além do uso de antibióticos ou laxantes e o jejum por algumas horas antes do procedimento.

Pós-cirúrgico: Após o procedimento, a paciente deverá ficar de repouso, sem fazer grandes esforços, por um período de quatro a seis semanas. Entretanto, caminhadas leves são recomendadas, para evitar o desenvolvimento de coágulos sanguíneos e acelerar a cicatrização. Além disso, após a cirurgia, é preciso seguir uma dieta regrada, passada pelo médico responsável.

Possíveis consequências

Foto: Sallet

Assim como todo procedimento cirúrgico, a histerectomia apresenta algumas consequências, entre elas, está, por exemplo, hemorragias e infecções, além de efeitos colaterais causados pela anestesia.

Além disso, após a retirada do útero, a mulher pode sofrer outras possíveis alterações, mentais e físicas, que vão desde desde alterações na libido até lesões no organismo e febre altas.

A recomendação é que a mulher receba bastante apoio emocional no pós-cirúrgico, para amenizar a pressão das mudanças, evitando uma possível depressão. Portanto, caso você precise ou queira passar pela histerectomia, além de um(a) médico(a) cirurgião, procure, também, o acompanhamento de um(a) psicólogo(a).

Dúvidas frequentes sobre a retirada do útero

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1. Quando é recomendada? A retirada do útero é recomendada quando há evidências de que a paciente tem ou pode ter uma doença uterina, como, por exemplo, a adenomiose, endometriose, miomas e tumores malignos.

2. Muda algo nas relações sexuais? Em casos de cirurgias simples, não há nenhum tipo de alteração na vida íntima, entretanto, em casos graves, como câncer, ou quando a retirada é feita em mulheres que ainda não passaram pela menopausa, pode haver a perda do líbido sexual e também da lubrificação vaginal.

No entanto, o ressecamento pode ser resolvido com o uso de lubrificantes à base de água.

3. Como fica a menstruação? Após a retirada do útero, as mulheres continuam a ter o ciclo menstrual, mas, sem sangramento. No entanto, caso os ovários também sejam removidos na cirurgia, a mulher entra em processo da menopausa.

4. Fica mais fácil engordar? Sim! Devido ao desequilíbrio dos hormônios sexuais causados pela cirurgia, as mulheres passam a acumular mais gordura na região abdominal. Além disso, no período da recuperação, a paciente deixa de fazer certas atividades, o que acarreta no aumento do peso corporal.

Então, o que achou da nossa matéria sobre retirada do útero? Aproveite para ler também: Explante de silicone, o que é? Dilema, como é feita e famosas que fizeram.

Fontes: Mulher Consciente, Tua saúde, A endometriose e eu.
Fontes das imagens: Sallet, Blancho, Notícias ao minuto, Clinica Gera.



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