Soma da condenação dos criminosos que se entregaram após ataque a banco em Uberaba passa de 1.500 anos | Triângulo Mineiro

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    Dez integrantes da quadrilha que assaltou o Banco do Brasil em 2019, em Uberaba, e que se entregaram após o crime, foram condenados pela Justiça. A soma da pena passa de 1.500 anos de prisão. Na época, houve troca de tiros e reféns, que resultou na morte de uma jovem e feridos.

    A sentença foi dada pelo juiz Marcelo Geraldo Lemos no dia 9 de setembro, após denúncia feita pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). Já a intimação da sentença para os réus foi realizada por meio de videoconferência nesta terça-feira (15).

    Assim como ocorreu em julho com Darci Aparecido Figueira Camargo – integrante do grupo que não participou diretamente da ação, mas ajudou comparsas com informações antes e durante o crime – todos os dez homens foram condenados a mais de 100 anos de prisão; as penas individuais variam entre 140 e 152 anos.

    Segundo o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), os dez réus estão presos em penitenciárias. Ainda de acordo com o TJMG, o processo ainda está em fase de recursos, ou seja, os advogados de defesa ainda podem apresentar recurso para relaxamento de penas.

    Agência do Banco do Brasil em Uberaba foi atingida por tiros durante ação de criminosos em 27 de junho de 2019 — Foto: Bruno Sousa/G1

    Os inquéritos dos 14 criminosos foram encerrados e encaminhados à Justiça. Outros envolvidos no ataque ainda não foram encontrados e, por isso, a investigação continua, de acordo com a PCMG.

    Delegado fala sobre investigação após um ano do ataque a agência bancária em Uberaba

    O ataque a agência bancária em Uberaba no dia 27 de junho começou na madrugada. O grupo criminoso formado por 25 integrantes fortemente armados cercou a região central da cidade por volta das 3h30 e fez diversos disparos, assustando moradores. A ação resultou em feridos e em uma jovem baleada, que morreu uma semana depois.

    Segundo o Registro de Eventos de Defesa Social (Reds) feito pela Polícia Militar (PM), enquanto alguns dos assaltantes faziam disparos para o alto e na direção de lojas e veículos na região, outros invadiram o Banco do Brasil. Eles explodiram o cofre da agência. Dois vigilantes do banco foram feitos reféns e precisaram ser socorridos por terem inalado fumaça.

    Assim que a PM montou cerco nas proximidades do Banco do Brasil, houve troca de tiros. Os autores renderam dois homens e um rapaz em uma farmácia, que foram colocados em uma caminhonete e mantidos como reféns. Segundo a PM, eles só foram liberados após os criminosos deixarem o local das explosões.

    Os ladrões entraram nos veículos com os malotes roubados e fugiram em direção ao Anel Viário, onde acessaram a BR-262 sentido Araxá.

    27 de junho de 2019: armas apreendidas após assalto a banco em Uberaba — Foto: Polícia Militar/Divulgação

    Os ladrões foram perseguidos pela polícia até a BR-262. Eles chegaram a roubar uma caminhonete e foram até uma fazenda, onde fizeram reféns. O veículo foi abandonado posteriormente com materiais e munição. Também roubaram um caminhão na propriedade, que serviu de transporte para criminosos e reféns. Após o cerco, se entregaram.

    Fachadas de outros bancos, de uma agência dos Correios e do Corpo de Bombeiros foram atingidas por disparos de armas de fogo, além de uma residência.

    Local do ataque em Uberaba em 2019 — Foto: Juliane Monteiro/G1



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